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Instituto Estadual de Florestas - IEF

Cetas

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O Centro de Triagem de Animais Silvestres de Minas Gerais (CETAS-MG) tenta dar uma segunda chance a animais provenientes do tráfico de animais silvestres, guarda doméstica ilegal, animais feridos ou resgatados em meio urbano e rodovias. O Centro é responsável por receber, identificar, marcar, triar, avaliar, recuperar, reabilitar e destinar animais silvestres provenientes da ação da fiscalização, resgates ou entrega voluntária de particulares.

O CETAS surgiu devido à crescente demanda para o recebimento de animais silvestres e o aumento da preocupação com as causas ambientais. Antes mesmo da sua inauguração, o IBAMA já possuía um local para recebimento destes animais, mas o espaço se tornou insuficiente. Em Minas há três CETAS que estão localizados em: Belo Horizonte, Juiz de Fora e Montes Claros. Cerca de 12 mil animais são recebidos por ano nas três unidades. Todos esses são assistidos por biólogos e veterinários que os submetem a criteriosa avaliação clínica, física e comportamental. Em seguida são triados e destinados conforme essa avaliação.

 

A cada ano as estruturas físicas e corpotécnico do CETAS têm melhorado. A expectativa é que essa evolução continue através de investimentos em melhores instalações e condições para trabalhar. Porém, devido aos esforços da equipe, essas deficiências vêm sendo superadas e os animais recebem tratamento adequado.

 

Devido a LC 140, que atribui aos Estados atividades referentes ao uso e manejo da fauna silvestre em cativeiro, e ao acordo de cooperação técnica assinado entre IBAMA, SEMAD e IEF, essas estruturas passaram a ser compartilhadas com o Instituto Estadual de Florestas (IEF).

 

Nem todos podem retornar à natureza

 

A equipe do CETAS acredita que todos os animais deveriam ter uma segunda chance de poder retornar à natureza, local de onde nunca deveriam ter sido retirados, porém muitas vezes, devidos às crueldades do cativeiro ou ao impacto que o ser humano causa em seu habitat, esses animais precisam ser destinados para categorias de uso e manejo da fauna silvestre em cativeiro, sempre sendo acompanhados por biólogos e veterinários.

 

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